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quinta-feira, 14 de abril de 2011

MAR

(…) Com que palavras me referirei a este Mar que a Lígia, em boa hora, decidiu reeditar? Mar é uma obra datada: inúmeras referências nos fazem recuar a outros tempos, a outros temas, a outros programas (falo de programas televisivos, numa época em que apenas havia um — ou dois — canais…). Mar evoca uma época de pouca liberdade, uma época de exploração dos trabalhadores, uma época em que as mulheres eram vistas como objectos — para usar, abusar e deitar fora, quando delas os «utentes» se aborrecessem. Estarão assim tão distantes estas vivências? Terão mesmo passado «à História»?
Fátima Silva


«Seu livro, tão jovem e cheio de vida, Mar, bom, sempre bom»


Jorge Amado

Autor: Lígia Bastos Título: Mar (2.ª Edição) PVP: €12,00
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ESPUMA DOS DIA ÚTEIS - TALVEZ DIÁRIO (1979-2009)

«… Espuma dos Dias Úteis – Talvez Diário (1979-2009) que Cristino Cortes entrega aos prelos — ah! a bela imagem hoje aniquilada pela maquinaria! — está dentro das regras: fala de si, dos seus próprios dias de amigo e cultor da Poesia, das experiências, dos pensamentos e factos no corre-corre do tempo. (…) Tuteia o leitor, chamando-o ao seu pedaço, «oh meus amigos», encaminha-o para o seu texto, abre-lhe, sem artifícios e numa linguagem clara e directa ao coração e ao entendimento de nós outros, a sua, as suas reacções do quotidiano mental e seus anseios humanistas, a sua análise seca e contundente dos usuários do poder — "esta mediocridade, este provincianismo saloio mal disfarçado", escreve!…» Vítor Wladimiro Ferreira In Prefácio Esta obra inclui, ainda, um conjunto de poemas — um por cada livro que Cristino Cortes publicou até à data. A sua leitura propiciará um razoável entendimento do que tem sido o seu percurso, e daquela que é a sua posição perante a vida e o mundo, o meio literário e o juízo que lhe suscita. É divertida, curiosa, informada. Todos o poderão testemunhar. Autor: Cristino Cortes Título: Espuma dos Dias Úteis – Talvez Diário (1979-2009) PVP: €14,40
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terça-feira, 22 de março de 2011

FLORES DE OUTONO

«Se “o poeta é um fingidor”, como opinava Fernando Pessoa, então António Levi De Meireles merece ser incluído no rol desses predestinados.
Embora algo distante de mim no espaço e no tempo, António Levi De Meireles carregou, tal como eu, o peso de uma educação permanentemente acrisolada na forja da resignada mortificação. E isso, como que “imprimindo-lhe carácter”- no dizer dos teólogos, tê-lo-á impedido de se libertar totalmente das peias de um regulamento tão obsoleto que, não raro, distorcia personalidades e castrava até alguns dos mais legítimos anseios juvenis.
Por isso, ainda hoje, ao falar com o passado mais remoto, muitos dos seus belos poemas são autênticos gritos de alma freudianos contra as catedrais da obediência cega e do silêncio rigoroso e constante, que, à luz de um regimento louvaminhado e álgido como o luar de Janeiro, era a caixa de ressonância dos harpejos divinos em nossas almas. Depois, a “procelosa Revolução dos Cravos, fustigando-o no mar da sua tranquilidade, partiu-lhe barco e remos”, deixando-o à deriva num oceano de responsabilidades e problemas familiares. Assim, não é de estranhar que muitos dos seus lindos poemas sejam tão fortemente repassados de melancolia e saudade de “um tempo feliz, vivido na sua Angola exangue, vendida por um governo de ninguém”. Ao refazer a vida com coragem e abnegado esforço, eu o compreendo e admiro também como homem. Costuma dizer-se que “o estilo é o homem” e que “este é ele e as suas circunstâncias”- filosofava Unamuno. Ora o estilo de António Levi De Meireles encarna bem toda a forte personalidade humana e cultural do autor em maravilhosos versos, muitos deles impregnados de saudade e pessimismo. Mas fá-lo com a perfeição de quem sabe da poda, com muito “saber de experiências feito”. Por isso, os seus versos transpiram a harmonia e a musicalidade de quem, como ele, também é músico. António Levi De Meireles, que bebeu poesia nas puras e cristalinas fontes das correntes poéticas dos séculos XIX e XX, delas soube digerir e assimilar a sua verdadeira essência e expressá-la com genialidade e grande beleza formal. Belas metáforas, lindas comparações, límpidas imagens e muitas expressivas figuras de estilo enxameiam os seus poemas. Por eles perpassa a melancolia do Ultra-Romantismo, a metafísica realista de Antero de Quental, a tristeza e a saudade de António Nobre, a beleza formal, parnasiana, de Gonçalves Crespo, a doce singeleza de João de Deus e de Augusto Gil, a musicalidade de Guerra Junqueiro… Noutros, ressoa, múrmuro e silente, a incomparável beleza dos acordes líricos de Camões e, por vezes até, a harmoniosa contundência dos improvisos de Bocage. Mas, quanto a mim, terá sido o Nacionalismo pedagógico e popular de Afonso Lopes Vieira e Correia de Oliveira, cujo patriotismo e ideais cristãos lhes valeram o ostracismo literário imposto pelo marxismo pós 25 de Abril, que mais o marcou.»

António de Faria
In Prefácio

Título: Flores de Outono
Autor: António Levi De Meireles
Preço: €11,10 

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PORTUGAL NO PRIMEIRO QUARTEL DO SEC. XX

«Os jornais eram, então, o palco e cenário do grande pulsar da acção política e cultural. Manuel Laranjeira, nas páginas do jornal O Norte, pouco antes do regicídio, proclamava num texto que ficou célebre, que em Portugal “o pensamento representa um capital negativo”. Referia-se ao suicídio de homens como Antero, Camilo e Soares dos Reis — ele que pouco depois se suicidaria também. Ora é este País “desencontrado” e “caótico”, mas também erudito nas franjas mais esclarecidas, para recorrer a expressões do mesmo Manuel Laranjeira, que Graça Fernandes redescobre e nos devolve nestas páginas de saborosa leitura.»
João Figueira

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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

OS AVENTUREIROS NA CHINA

Quando Filipe, Ana João e Catarina se conhecem numa longa viagem de cruzeiro para a China estão longe de adivinhar as aventuras que os esperam. Ao chegarem a Pequim travam amizade com dois jovens chineses que lhes dão uma terrível notícia. Em estado de alerta, começam a fazer tudo para desvendar um intrincado mistério.

Título: Os Aventureiros na China
Autor: Sandra Martins
P.V.P: €7,00 

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ESSÊNCIA DO DESACERTO

«A publicação de um livro obriga-nos, para além de todo o tempo que estivemos intimamente ligados à sua estruturação, na sua densa propriedade espiritual, veiculada por uma vasta sinergia de experiências que se evolam nessa insular correlação, a uma bilateral correspondência entre a obra imaginada e o seu demiurgo. Importa saber, numa primeira instância, qual a génese, qual o motivo ou estreme inquietação que provocou essa necessidade invulgar. Neste caso, o livro Essência do desacerto propõe esse processo de análise, por mais falível que seja, por mais árdua que se torne, por mais inócua que se verta essa tentativa. Todo o livro é a aceitação final da imaginação, desde a mais remota até à mais desconhecida, que se cristalizou nas suas páginas constituintes. Todo o mais que tenha falhado em ser dito apenas se pode vislumbrar ou saber na fluidez e na desmesura de um regresso improvável, contudo não impossível, ao estado primeiro da mais ténue recordação que tudo originou. Tentar a sincronização com a alma profunda que incitou a procura é, de alguma forma, a consciencialização do espaço imagético, embora raramente implícito na obra criada, onde o conhecimento evoluente se codificou e descodificou no seu texto final. É para um ser humano totalmente misterioso saber quais as leis ou quais as forças que impeliram para o acto criativo. Daqui resultam todas as mais insondáveis perguntas, que de certo modo perseguirão qualquer pessoa na sua relação consigo mesmo.»

o toque
a panaceia morna do descuido consentido
a exuberante infiltração de calor vibrátil das formas endémicas
toda a comoção de um ser exercita sua morte nesse gesto
até torná-la perfeita
insuportável

creio numa encarnação futura através de gestos que se procurem
musicalmente adestrados numa vida propedêutica
como o virar de uma página de livro
um entrelaçar de mãos
uma quase inaudível entoação sibilante de lábios
em tonalidades de palavras evoladas na ausência
rosácea dos corpos

toda a leveza do toque tem o crepúsculo das libélulas
petrificadas num movimento de inanidade
em que férteis dilaceram a paciência
e pacientemente revolvem os precipícios

nessa leveza seguro o cálice da exígua sonolência mitológica
onde todos os reflexos urgem no metal baço de sua superfície convexa
tudo parece mais vasto informe trémulo
como uma viagem escabrosa de uma carlinga
perdida na quiromancia dos horizontes submersos
para que as manhãs nos tragam à tona
dessa primeira luz



Essência do Desacerto
Autor: F. M. Alves Mendes
P.V.P. €9,00 

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

MARGENS PARA UM RIO

Terminaram as pequenas aventuras. O mundo da infância. Ali, nas margens do tempo, sou o menino e o adulto, o passado e o presente, a lembrança e o olvido ao mesmo tempo. De um tempo indefinível acordo. E volto a ser inteiro.

M. Magalhães

Autor: António M. Magalhães
PVP: €10,80
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PROFESSOR NO FIO DA NAVALHA

Professor no Fio da Navalha relata-nos, na primeira pessoa, a experiência profissional e emocional de quem, como tantos outros professores, seguiu um sonho desfeito. É uma estória de coragem editada pela primeira vez sob a chancela da Papiro Editora.  
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segunda-feira, 19 de julho de 2010

CARTAS DE AMOR

cartas de amor seguido de malmequeres.facas.amores-perfeitos (Prosa e Teatro)

«Foi o sol que me levou a escrever-te. Não me levantei da cama ainda, mas vou fazê-lo e vou até dar um passeio a pé, contigo nos olhos, o sol é muito hoje, cobre tudo, envolve tudo, não deixa existir mais nada, nem nada se vê que não a luz, tanta luz, meu deus, tanta, eu vou só contigo nos olhos, não preciso sequer de os fechar para te ter cá dentro, olho em frente, vou, prossigo, contigo, nada mais, estás a ver? Mas agora encho o papel de ti. Sabes que isto não é bem escrever-te, porque não espero uma resposta, nem sequer deverei pôr a carta no correio, mas isso também fica para mais tarde, logo se vê, eu contigo nunca tenho certeza de nada e isto é uma coisa que não me faz muito bem. Os dias têm de ter certas certezas, e mesmo o futuro, que é uma coisa que não existe, vive lá adiante, sem estar vivo, com umas certezas quaisquer de nos dirigirmos a ele e haver lá casa e o que fazer, a não ser que a morte apague estas coisas todas, mas essa, então, é a certeza maior e não se lhe diz que não. Nem vale a pena pensar que é preciso ter a certeza de a encontrar.»

Título: cartas de amor seguido de facas.malmequeres.amores-perfeitos
Autores: Luís Mendes e Alexandre Sampaio
PVP: €9,00

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terça-feira, 6 de julho de 2010

DESPINDO A ALMA






«Despindo a Alma, Maria Lucinda de Aguiar conduz-nos pelas passagens labirínticas da alma feminina, seus recantos íntimos e complexos, pintando paisagens e memórias segundo a linguagem dos afectos.»
Título: Despindo a Alma (Poesia)
Autor: Maria Lucinda de Aguiar
PVP: 10 €
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HISTÓRIAS DE CÁ E DE LÁ

Teve lugar, no passado dia 1 de Julho, na Unicepe, o lançamento do livro de contos «Histórias de Cá e de Lá».

«(…) Podemos considerar esta obra Histórias de Cá e de Lá como uma profunda e complexa intervenção cirúrgica. Senão, vejamos: todos os primeiros contos a servirem de pré-anestesia ao leitor, como que num embalo, uma preparação prévia do que virá a seguir. Depois, as «Pequenas viagens e descobertas» anestesiam-no completamente, sem saber o que o espera, nos braços da sereia fantasiosa e enigmática da segunda parte da obra. Então, a intervenção cirúrgica inicia-se sem problemas porque o leitor, anestesiado ou hipnotizado, como queiram, deixa-se conduzir pela dissecação analítica da sua mente, onde é intimamente remexido, analisado, desagregado psicologicamente em fantasias simbólicas de sagaz atrevimento e ousada perícia. (…)

Dr. Joaquim Manuel Pinto Serra

Psiquiatra e Escritor

Título: Histórias de Cá e de Lá (Conto)

Autor: Lina Céu

PVP: 12,55 €

segunda-feira, 28 de junho de 2010

NO OUTRO LADO DA VIDA

Conforme afirma no prefácio a esta edição, «Este livro pode se entendido como uma previsão do futuro para além da morte, ou um ultrapassar de um mundo da ciência ou pelo menos das suas leis terrenas». Mas o conteúdo do livro não se esgota nesta pretensão. No Outro Lado da Vida comporta, senão uma mensagem, pelo menos uma missão, como o próprio afirma: «Pretende, este livro, sensibilizar os corações, para que estas imagens e ideias despoletem nos sujeitos a vontade de criarem um mundo com uma vivência um tanto outra, onde o dinheiro não deva ser um objectivo absoluto, mas um meio.»

Temos, então, que a sua viagem, que acompanhamos sob a forma de ficção ao longo deste livro é uma jornada emotiva, mas radicalmente assente num conhecimento transcultural no que diz respeito à Filosofia das Religiões, que não está enraizado num acentuar de divergências, mas tem como primordial objectivo um diálogo pacífico, e no entanto desafiador, entre as diversas perspectivas acerca da morte, da vida e suas fronteiras.


Título: No Outro Lado da Vida

Autor: Agostinho Borges Gomes

PVP: €15,00

segunda-feira, 14 de junho de 2010

DESALINHO

«Desalinho: falta de alinho ou alinhamento; perturbação do espírito.»
Em Desalinho interessa a António Pedro Moreira, sobretudo, explorar personalidades que fogem à regra, e que, voluntária ou involuntariamente, se encontram à margem. Em suma, «encontramos aqui personagens que se entregam de braços abertos a essa perturbação de espírito, personagens que não sabem o seu lugar nas suas próprias páginas (…)»
Deixarmo-nos conduzir pelas notas desta pauta do desassossego: é o desafio que o autor arremessa, para que possamos responder-nos à inevitável questão: quão próximos queremos estar da normalidade?

sexta-feira, 21 de maio de 2010

VOZES DO SILÊNCIO

Teve lugar, no passado dia 20 de Maio, na livraria da UNICEPE, Porto, o lançamento do livro Vozes do Silêncio, da autoria de Maria José Diniz. Um evento com grande afluência de um público ligado, na sua maioria, ao mundo literário e que comportou, como pontos altos, as duas apresentações a cargo da Prof. Dr.ª Maria Isabel de Abreu e Lima Pereira e do Prof. Dr. João Miguel Teixeira Lopes, cujas análises versadas e assertivas da obra suscitaram aos presentes um interesse acrescido pela sua leitura.
Trata-se, pois, de um conjunto de contos caracterizados por uma escrita objectiva, rica, eficaz e nunca linear pela pena de uma mulher exímia na interpretação dos afectos.

Título: Vozes do Silêncio
Autor: Maria José Diniz

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

CONTAS-ME SONHOS?

«Contas-me sonhos?» é uma pergunta linda, mas também é um livro cheio de páginas incríveis. A gotinha de água
faz uns desvios bem originais — e que aventura! A amiga estrela ensina-nos a acreditar que tudo é possível, e que a vida é mesmo maravilhosa. Vamos viajar com elas, mergulhar nas suas cores e imaginação, porque é a sonhar que se constrói o mundo!

Autora: Andrea Ribeiro

Categoria: Infantil
PVP: €11,00

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

FOLHAS DISPERSAS


«Ao longo de mais de cinco décadas, António Levi De Meireles registou, de forma esparsa e em pedaços aleatórios de papel, as suas considerações sobre o amor, a angústia, o sublime, a vida, a morte. Ao escolher fazê-lo em forma de poema, devolveu à palavra o seu sentido oculto como testemunho e pauta de visões. É este legado, este raro conjunto de impressões estilhaçadas em anos, que é aqui resgatado e se transforma, agora, em Folhas Dispersas, uma obra que nos restitui a certeza que, através do tempo, e apesar dele, tudo o que nos torna humanos permanecerá incólume.»

Autor: António Levi De Meireles
Título: Folhas Dispersas
Preço: €10,00

GRAMÁTICA DO AMOR TECNOLÓGICO

Considero que a poesia de Paulo Alexandre e Castro tem momentos muito bons. Se consegue manter esta tensão criativa ao longo de todo o seu trabalho, é uma questão sobre a qual cada leitor se pode interrogar. Mas vale a pena lê-lo. E vale a pena ele continuar a trabalhar nesta vontade de fazer uma poesia onde se intersectam o banal e o sublime, ou se visa, obliquamente, a sublimidade do efémero e quotidiano... dando voz às vozes emudecidas que por toda a parte repousam, como ele diz a finalizar o poema 6.

Vítor Oliveira Jorge (Arqueólogo e Poeta, FLUP)

Autor: Paulo Alexandre e Castro
Título: Gramática do Amor Tecnológico
Preço: €6,50

AMOR MAGISTER EST OPTIMUS

«A verdadeira esperança neste mundo está nas crianças. Se nós soubermos e formos capazes faremos delas o que elas são, amantes de si próprias e dos outros, amantes do mundo, que querem melhorar em todos os sentidos da palavra. Mas, se ninguém nos ensinou, temos de aprender a fazê-lo: ser pai e mãe é a maior das missões. Por isso me alegro com a publicação deste livro de Guilherme Abreu, O amor é o melhor dos mestres, que tanto pode ajudar os pais.»

Maria Angélica Castro Henriques
Psicoterapeuta

Autor: Guilherme Abreu
Título: Amor Magister Est Optimus – A importância da família no acompanhamento educativo
Preço:€ 8,00

AS BANDEIRAS PARADAS

(…) Foi aí que começou tudo
quando um seixo pontiagudo
movido por um pathos primitivo
ultrapassou o mágico crivo
traçando os riscos fetais
que criaram as pessoas integrais
ao proclamarem a recusa da morte
o estigma mais forte
que nos distingue dos restantes animais
repto derrotado de antemão
batalha batoteira
embuste filigranado em ouro latão
miragem farsa bebedeira (…)
In Os Riscos
Tendo já editado sob a sua chancela Poemas Sem Abrigo e Sem Castigo (2008), a Papiro Editora volta a associar-se a Sebastião Lima Rego na edição de As Bandeiras Paradas, conjunto de poemas de uma força avassaladora, minuciosamente trabalhados por quem se entrega, de alma e cérebro e coração, à escrita.

Autor: Sebastião Lima Rego
Título: As Bandeiras Paradas
Preço: €9,00

terça-feira, 10 de novembro de 2009

POEMAS DE AMOR E MELODIA


« … Depreende-se da sua poesia, firme, fértil e universalista, que temos poeta para ser fixado e obra para servir de modelo. Poemas de Amor e Melodia é uma poesia sem fronteiras, abrangente e intemporal. É uma poesia adulta, gerada por um tronco capaz de produzir folha, flor e fruto em todas as estações… »

João Barroso da Fonte, Jornal dos Poetas e Trovadores

Título: Poemas de Amor e Melodia
Autor: Cristino Cortes
Preço : €10,00