«(…)foi na poesia que (o autor) encontrou uma expressão para o seu mundo interior, uma «urdidura» para a configuração dos «nós e dos laços» que tecemos numa vida de relação amorosa com os outros, com os lugares e os ambientes por que passamos, uma ânfora, afinal, em que metaforizamos a nossa vida e a dos que nos são ou nos foram mais próximos, numa tensão inexplicável entre o devaneio e a realidade, a dádiva e a dívida, a alegria e a culpa, o imediato e o transcendente.»
A Papiro Editora abriu novas perspectivas a um conjunto de autores que procuram afirmar-se no panorama literário português e que não tiveram, ainda, oportunidade de publicar ou optaram por uma editora independente. Editando, assim, tanto escritores de renome como ainda desconhecidos do público em geral, a Papiro Editora permitiu que alguns títulos entrassem no mercado com assinalável sucesso.